Ninguém percebeu,
Mas o poeta da praça,
Já não está ali mais...
Embora a imagem do banco
vazio/pertube, incomode,
As pessoas passam sem
Saber o porquê.
Aquele olhar distraído,
perdido em seus versos e sonetos,
Como que rabiscando um papel,
esperando o tempo passar.
Onde está o poeta?
Por que abandonou sua musa?
As palavas que escreveu,
ninguém nunca saberá.
Sua musa, fiel, silenciosa,
espera agora pelo poeta.
Ela ora para que o vento
que levava os poemas nunca lidos,
traga de volta o seu amor.
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